segunda-feira, junho 25, 2012

Wimbledon (Dia 1): Elite do ténis estreou-se sem surpresas na relva britânica


O terceiro Grand Slam da temporada começou esta segunda-feira. A elite do ténis volta a encontrar-se, agora em terras de "Sua Majestade", onde disputa o torneio de Wimbledon. Tudo para acompanhar diariamente na LIGA TAHITI.

RESULTADOS ATP - 1.ª RONDA (DESTAQUES):
Novak Djokovic (SER/1) - Juan Carlos Ferrero (ESP), 6-3, 6-3 e 6-1
David Nalbandian (ARG) - Janko Tipsarevic (SER/8), 4-6, 6-7 e 2-6
Roger Federer (SUI/3) - Albert Ramos (ESP), 6-1, 6-1 e 6-1
Ernests Gulbis (LET) - Tomas Berdych (RCH/6), 7-6, 7-6 e 7-6
John Isner (EUA/11) - Alejandro Falla (COL), 4-6, 7-6, 6-3, 6-7 e 5-7

Neste primeiro dia de prova, a única surpresa foi a eliminação de Tomas Berdych, finalista em 2010 e sexto cabeça-de-série na edição deste ano. O checo perdeu na primeira ronda frente ao letão Ernsts Gulbis (87.º do ranking mundial). Gulbis venceu em três tie-breaks: 7-6 (7/5), 7-6 (7/4) e 7-6 (7/4).

Já Novak Djokovic, número um mundial, começou a defender o título de Wimbledon com um vitória tranquila frente a Juan Carlos Ferrero. O sérvio levou a melhor em três sets, com os parciais de 6-3, 6-3 e 6-1. Djokovic procura completar um ano à frente do ranking ATP, necessitando, para isso, de chegar à final ou esperar uma eliminação precoce de Nadal e Federer. Além disso, tenta levantar o troféu pela segunda vez consecutiva, algo que nenhum tenista consegue desde 2007. Federer foi o último a saborear o "bis".
Djokovic, campeão em título, entrou com estilo nesta edição de Wimbledon.
O suíço, 3.º cabeça-de-série nesta edição, teve uma boa estreia em Wimbledon, ao derrotar o espanhol Albert Ramos, 43.º no ranking mundial, por 6-1, 6-1 e 6-1. Na segunda ronda, o consagrado tenista, que procura conquistar o seu 7.º título no Grand Slam inglês, vai defrontar o vencedor do encontro entre Michael Llodra e Fabio Fognini. Recorde-se que Roger Federer não conquista um Grand Slam desde Janeiro de 2010 - Open da Austrália.

RESULTADOS WTA - 1.ª RONDA (DESTAQUES):
Maria Sharapova (RUS/1) - Anastasia Rodionova (AUS), 6-2 e 6-3
Elena Vesnina (RUS) - Venus Williams (EUA), 6-1 e 6-3
Agnieszka Radwanska (POL/3) - Magdalena Rybarikova (ESV), 6-3 e 6-3
Samantha Stosur (AUS/5) - Carla Suarez Navarro (ESP), 6-1 e 6-3
Li Na (CHI/11) - Ksenia Pervak (CAZ), 6-3 e 6-1

Wimbledon ainda agora começou e já viu Venus Williams, pentacampeã do Grand Slam britânico, ser eliminada. A tenista americana, de 32 anos, está irreconhecível desde que lhe foi diagnosticada uma doença autoimune e hoje acabou derrotada pela russa Elena Vesnina, número 79 mundial, por 6-1 e 6-3. Em 16 presenças em Wimbledon, só por uma vez, na estreia absoluta, em 1997, Venus Williams tinha sido eliminada à primeira, embora no encontro inaugural em Londres tenha cedido em três sets, frente à polaca Magdalena Grzybowska, já retirada.
A número um mundial estreou-se com um triunfo tranquilo na relva britânica.
Já Maria Sharapova garantiu a qualificação para a segunda ronda de Wimbledon, após ter derrotado a australiana Anastasia Rodionova. A russa, número um mundial, derrotou a adversária em dois sets, com os parciais de 6-2 e 6-3. Na segunda ronda de Wimbledon, Sharapova terá como adversária a búlgara Tsvetana Pironkova. As restantes cabeças-de-série também seguiram em frente com relativa facilidade. Destaque para o triunfo da belga Kim Clijsters frente a Jelena Jankovic, num duelo de antigas líderes do ranking mundial. Clijsters impôs-se em dois sets, pelos parciais de 6-2 e 6-4.

Rankings Liga Bora Bora 2011/2012: 11.º CABEÇAS DE PREGO SAD

11.º CABEÇAS DE PREGO SAD
Míster Lucas Teixeira
Pontos: 1152
Distância para o líder: 81 Pontos
Média de Pontos: 41,9
Semanas na Promoção: 7 (Jornadas 4 a 10)
Melhor Pontuação: 65 Pontos (Jornada 30)
Pior Pontuação: 23 Pontos (Jornada 21)
Melhor Posição: 1.º Lugar (Jornada 6)
Pior Posição: 17.º Lugar (Jornadas 17 e 18
Melhor da Jornada: -
Pior da Jornada: -
Vencedor Mensal: Setembro de 2011
Taça Tahiti: Playoff
Posição Liga Record: 16952.º


Análise: Apesar de ser o ano de estreia de Lucas Teixeira na Liga Bora Bora, o treinador já tinha tomado contacto com a Liga Record, ao competir na época 2010/2011. A sua entrada na prova foi fulgurante, após três jornadas assumiu a liderança, contudo foi caindo lentamente na tabela. Afigurou-se um cenário negro, pois Cabeças de Prego SAD chegou a ocupar um dos três últimos lugares durante a época, no entanto revelou grande eficácia na recta final da prova e com isso garantiu um lugar de acesso à fase de grupos da Taça Tahiti na próxima temporada. NOTA: 3/5.

HISTORIAL:
Épocas: 1
Melhor Posição Final na Liga Tahiti: 11.º Lugar (2011/12)
Melhor Prestação na Taça Tahiti: Playoff (2011/12)

Classificação LIGA TAHITI EURO'2012 - Quartos-de-Final / Jornada 4

LÍDERES:
DAY 01: 1.º Clube Desportivo 48 (31 Pontos) +4 sobre Malvinas FC
DAY 02: 1.º Clube Desportivo 48 (40 Pontos) +3 sobre CF Os Tinterra
DAY 03: 1.º Clube Desportivo 48 (49 Pontos) +1 sobre Western Spaghetti
DAY 04: 1.º Carvalheiro FC (56 Pontos) +1 sobre Clube Desportivo 48

DAY 05: 1.º Estreitos Unidos (77 Pontos) +7 sobre Carvalheiro FC
DAY 06: 1.º Carvalheiro FC (95 Pontos) +13 sobre Estreitos Unidos
DAY 07: 1.º Carvalheiro FC (101 Pontos) +2 sobre Western Spaghetti
DAY 08: 1.º Estreitos Unidos (113 Pontos) +5 sobre Malvinas FC

DAY 09: 1.º Carvalheiro FC (127 Pontos) +1 sobre Malvinas FC
DAY 10: 1.º Malvinas FC (142 Pontos) +5 sobre Carvalheiro FC
DAY 11: 1.º Malvinas FC (149 Pontos) +7 sobre Estreitos Unidos
DAY 12: 1.º Malvinas FC (158 Pontos) +3 sobre Carvalheiro FC

DAY 13: 1.º Carvalheiro FC (186 Pontos) +6 sobre Malvinas FC
DAY 14: 1.º Carvalheiro FC (196 Pontos) +7 sobre Malvinas FC
DAY 15: 1.º Malvinas FC (221 Pontos) +16 sobre Western Spaghetti
DAY 16: 1.º Malvinas FC (224 Pontos) +11 sobre Western Spaghetti

domingo, junho 24, 2012

EURO'2012 (Quartos-de-Final): Classe italiana vence nos penáltis


(2 x 4, Grandes Penalidades)

Precisamente oito anos depois, a Inglaterra volta a ceder nos quartos-de-final de um Europeu, novamente no desempate por grandes penalidades. Em 2004 Portugal mandou os ingleses para casa, agora coube à Itália repetir a façanha. A equipa de Cesare Prandelli merece por completo o triunfo, que pecou por tardio, visto que foi a selecção que mais procurou a passagem para as meias-finais, onde agora vai encontrar a Alemanha.

Ainda que sem golos, a primeira parte em Kiev foi entretida, com domínio repartido e algumas situações perigosas nas duas áreas. Destaque para a do italiano De Rossi, logo aos três minutos, que desferiu um remate sensacional ao poste da baliza inglesa, e para a resposta célere dos "três leões", com Glen Johnson a surgir em zona frontal e a permitir uma defesa de grande nível ao intransponível Buffon.
Os italianos voltaram a superiorizar-se nos penáltis e estão nas meias-finais.
No segundo tempo, a partida desenrolou-se sob o domínio total da Itália, numa espécie de contranatura às tradições transalpinas. A Inglaterra jogava "à italiana" e raramente incomodou Buffon, excepção a uma aparição de Young na área a atirar ao lado, ou um livre de Gerrard que ameaçou trair o guarda-redes da Juventus, sem consequências. Já a "squadra azzurra" tentou desbloquear o marcador várias vezes, mas revelou pouca eficácia nos momentos decisivos.

Assim, pela primeira vez neste Europeu, chegava-se ao fim dos 90 minutos com um nulo no marcador, levando o último encontro dos quartos-de-final a prolongamento, onde apenas houve a registar um cruzamento mal calculado de Diamanti, aos 100', que acabou no poste da baliza inglesa, e um golo de Nocerino bem anulado por Bertino Miranda, auxiliar de Pedro Proença.

No momento das grandes penalidades, foi Montolivo o primeiro a falhar e a colocar a Itália à beira da eliminação. No entanto, Young começou por deixar tudo igual e Ashley Cole veria Buffon segurar o seu remate com enorme tranquilidade. Diamanti bateu a última grande penalidade e apurou a Itália para as meias-finais. Pelo meio, Andrea Pirlo voltou a mostrar toda a sua classe ao executar um penálti "à Panenka".

INGLATERRA: Hart, Johnson, Terry, Lescott, Cole, Parker (Henderson 94'), Gerrard, Milner (Walcott 61'), Young, Rooney, Welbeck (Carroll 60').

ITÁLIA: Buffon, Abate (Maggio 90'+1, 94'), Bonucci, Barzagli 82', Balzaretti, Pirlo, De Rossi (Nocerino 80'), Marchisio, Montolivo, Cassano (Diamanti 78'), Balotelli.

ESTATÍSTICA (ING / ITA):
Posse de Bola (%): 36 / 64
Remates (À Baliza): 9 (4) / 35 (20)
Golos Marcados: 0 / 0
Cantos: 3 / 7
Foras-de-Jogo: 1 / 2
Faltas Cometidas: 15 / 11
Cartões Amarelos: 0 / 2
Cartões Vermelhos: 0 / 0

GRANDES PENALIDADES (ING / ITA):
Gerrard / Balotelli
Rooney / Montolivo
Young / Pirlo
Cole / Nocerino
- / Diamanti

MELHOR EM CAMPO:

SELECÇÕES QUALIFICADAS PARA AS MEIAS-FINAIS:
Portugal, Alemanha, Espanha, Itália.

Fonte: uefa.com

Rankings Liga Bora Bora 2011/2012: 12.º PENTEADA UNITED

12.º PENTEADA UNITED
Miss Rubi Pestana
Pontos: 1145
Distância para o líder: 88 Pontos
Média de Pontos: 42,2
Semanas na Promoção: 3 (Jornadas 10, 13 e 14)
Melhor Pontuação: 64 Pontos (Jornada 30)
Pior Pontuação: 15 Pontos (Jornada 21)
Melhor Posição: 4.º Lugar (Jornada 10)
Pior Posição: 15.º Lugar (Jornadas 24, 25 e 26
Melhor da Jornada: -
Pior da Jornada: -
Vencedor Mensal: -
Taça Tahiti: Playoff
Posição Liga Record: 16952.º


Análise: A política tahitiana de incorporar elementos do sexo feminino nas nossas ligas continuou em 2011/2012. Rubi Pestana foi então a terceira senhora da história do futebol tahitiano, sucedendo a Filipa e Mónica Correia. No ano de estreia, Penteada United chegou mesmo a ameaçar a subida de divisão, recorde-se que ocupou lugares de subida durante três jornadas. A sua inexperiência na competição foi fatal na segunda volta e caíu algumas posições, contudo foi uma temporada amplamente positiva. NOTA: 3/5.

HISTORIAL:
Épocas: 1
Melhor Posição Final na Liga Tahiti: 12.º Lugar (2011/12)
Melhor Prestação na Taça Tahiti: Playoff (2011/12)

Formula 1 (GP Europa): Alonso triunfa em casa e recupera liderança

Depois de Xabi Alonso ter ontem apontado os dois golos da vitória da selecção espanhola no Campeonato Europeu de Futebol, hoje foi a vez de outro Alonso dar nova alegria aos espanhóis, ao vencer o Grande Prémio da Europa, disputado em Valência. Fernando Alonso (Ferrari) largou da 11.ª posição da grelha de partida e rubricou uma fantástica "remontada" até ao lugar mais alto do pódio. O ex-campeão do Mundo beneficiou em muito do azar de Sebastian Vettel (Red Bull) que teve de abandonar a corrida devido a problemas mecânicos, quando liderava a corrida.

Esta vitória em Valência valeu ao piloto da Ferrari o regresso à liderança do Mundial de Pilotos, agora com 20 pontos de vantagem sobre o vice-líder Mark Webber (Red Bull). Na terceira posição da geral está agora Lewis Hamilton (McLaren) que não terminou nos lugares pontuáveis pela primeira vez esta temporada. Perto do final o piloto britânico cometeu um erro crasso que o fez abandonar a prova, após um incidente com Pastor Maldonado (Williams).
Alonso ficou visivelmente emocionado ao regressar
à liderança do Mundial perante os seus compatriotas.
Naquele que foi o segundo triunfo de Alonso em 2012, facto inédito esta temporada, o Grande Prémio da Europa ficou também marcado pelo regresso de Michael Schumacher (Mercedes) ao pódio, seis anos depois - a última vez que esteve entre os três primeiros foi no Grande Prémio da China em 2006. O alemão terminou na terceira posição, atrás de outro ex-campeão do Mundo, Kimi Räikkönen (Lotus), que ficou em segundo.

Classificação GRAND PRIX OF EUROPE (Top 10):
1.º FERNANDO ALONSO (ESP) / FERRARI, 1:44.16,4 Horas
2.º Kimi Räikkönen (FIN) / Lotus, +6.4 segundos
3.º Michael Schumacher (ALE) / Renault, +12,6
4.º Mark Webber (AUS) / Red Bull, +13,6
5.º Nico Hülkenberg (ALE) / Force India, +19,9
6.º Nico Rosberg (ALE) / Mercedes, +21,1
7.º Paul Di Resta (GBR) / Force India, +22,8
8.º Jenson Button (GBR) / McLaren, +24,6
9.º Sergio Pérez (MEX) / Sauber, +27,7
10.º Bruno Senna (BRA) / Williams, +35,9

Classificação Mundial de Pilotos (Top 10):
1.º FERNANDO ALONSO (ESP) / FERRARI, 111 Pontos
2.º Mark Webber (AUS) / Red Bull, 91
3.º Lewis Hamilton (GBR) / McLaren, 88
4.º Sebastian Vettel (ALE) / Red Bull, 85
5.º Nico Rosberg (ALE) / Mercedes, 75
6.º Kimi Räikkönen (FIN) / Lotus, 73
7.º Romain Grosjean (FRA) / Lotus, 53
8.º Jenson Button (GBR) / McLaren, 49
9.º Sergio Pérez (MEX) / Sauber, 39
10.º Pastor Maldonado (VEN) / Williams, 29

Classificação Mundial de Construtores:
1.º RED BULL, 176 Pontos
2.º McLaren, 137
3.º Lotus, 126
4.º Ferrari, 122
5.º Mercedes, 92
6.º Sauber, 60
7.º Williams, 45
8.º Force India, 44
9.º Toro Rosso, 6

WRC (Nova Zelândia): Loeb mete quinta e acelera para novo título


O francês Sébastien Loeb é cada vez mais líder do Mundial de Pilotos, após vencer o Rally da Nova Zelândia, conquistando assim a quinta prova em sete já disputadas nesta temporada. Mikko Hirvonen foi segundo e ofereceu a quarta dobradinha à Citroën, terceira consecutiva, enquanto Petter Solberg (Ford) voltou a minimizar estragos com o último lugar no pódio. Já Armindo Araújo cumpriu e terminou no 8.º lugar.
O francês segue imparável no topo do Mundial de Pilotos.
Campeão mundial nas últimas oito edições do campeonato, Loeb, que já leva 72 vitórias na carreira, deu um enorme passo para o nono título, reforçando a liderança na classificação, agora com 145 pontos, mais 38 pontos que o companheiro finlandês Mikko Hirvonen.

Evgeny Novikov (M-Sport) foi quarto, enquanto o colega Ott Tänak abandonou ao capotar perto do fim, quando ocupava o quinto lugar, beneficiando com isso todos os pilotos que lhe seguiam na classificação. Thierry Neuville (Qatar WRT) subiu a quinto, na frente do Mini de Dani Sordo e de Jari-Matti Latvala (Ford), uma das maiores desilusões da temporada.
Araújo alcançou o objectivo proposto para esta prova.
Armindo Araújo (Mini Portugal) foi oitavo, naquela que é a sua segunda melhor classificação do ano. Com este resultado, o bicampeão mundial de produção somou mais quatro pontos para o Mundial, passando a ocupar a 13.ª posição, com 11 pontos, a sete do 12.º, o estoniano Ott Tänak.

CLASSIFICAÇÃO FINAL (TOP 10):
1.º Sébastien Loeb / Daniel Elena (Citroën DS3), 4:04.51,2 horas
2.º Mikko Hirvonen / Jarmo Lehtinen (Citroën DS3), +29,6 segundos
3.º Petter Solberg / Chris Patterson (Ford Fiesta RS), +1.36,4 minutos
4.º Evgeny Novikov / Denis Giraudet (Ford Fiesta RS), +2.13,6
5.º Thierry Neuville / Nicolas Gilsoul (Citroën DS3), +2.42,4
6.º Daniel Sordo / Carlos Del Barrio (Mini John Cooper Works), +3.03,1
7.º Jari-Matti Latvala / Miikka Anttila (Ford Fiesta RS), +4.52,9
8.º Armindo Araújo / Miguel Ramalho (Mini John Cooper Works), +9.36,4
9.º Ken Block / Alex Gelsomino (Ford Fiesta RS), +10.30,3
10.º Manfred Stohl / Tina-Maria Monego (Ford Fiesta RS), +11.26,3

CLASSIFICAÇÃO MUNDIAL DE PILOTOS (TOP 5):
1.º Sébastien Loeb (FRA / Citroën), 145 Pontos
2.º Mikko Hirvonen (FIN / Citroën), 107
3.º Petter Solberg (NOR / Ford), 90
4.º Mads Østberg (NOR / Adapta), 80
5.º Evgeny Novikov (RUS / M-Sport), 55
(...)
13.º Armindo Araújo (POR / Mini Portugal), 11

CLASSIFICAÇÃO MUNDIAL DE CONSTRUTORES (TOP 5):
1.º Citroën Total WRT, 237 Pontos
2.º Ford WRT, 141
3.º M-Sport WRT, 95
4.º Adapta WRT, 80
5.º Qatar WRT, 47
(...)
9.º WRC Team Mini Portugal, 11

sábado, junho 23, 2012

EURO'2012 (Quartos-de-Final): Espanhóis agendam batalha ibérica


(Alonso 19', 90'+1 p)

A Espanha venceu a selecção francesa por 2-0 e é o próximo adversário de Portugal no EURO'2012. Os espanhóis dominaram a partida, diante de um conjunto francês tímido e que não assustou Iker Casillas. Assim, "La Roja" carimbou a passagem para as meias-finais e agenda mais um duelo ibérico com a selecção das quinas.

Vicente del Bosque regressou à base. Sentou Fernando Torres no banco e devolveu a posição de "falso" avançado a Fàbregas, tal como frente à Itália. A selecção francesa entrou para tentar parar o "carrossel" espanhol, mas esteve longe de conseguir. Mesmo sem criar grandes situações de golo, a Espanha adiantou-se no marcador aos 19'. Jordi Alba cruzou e encontrou ao segundo poste Xabi Alonso, que cabeceou com sucesso na sua centésima internacionalização.
Portugal vai defrontar a "fúria espanhola" nas meias-finais.
A candidata França era um espelho do branco neutro que vestia. Sem ideias ofensivas e em dificuldades defensivas, só Ribéry parecia capaz de vestir a pele de líder e, dois séculos depois, lançar uma espécie de Revolução sobre o trono espanhol. Mas era pouco, muito pouco. Do primeiro tempo anotou-se apenas um livre de Cabaye, aos 32 minutos, que Casillas calculou bem e defendeu para canto. Na segunda parte, um cabeceamento de Debuchy - Ribéry cruzou, pois claro - foi o melhor que os franceses conseguiram para tentar mudar o curso da história, assim como nova iniciativa de Ribéry, detida por Iker Casillas.

Aos 91 minutos, Xabi Alonso arrumou a questão, com o 2-0, de grande penalidade, depois de Réveillère ter derrubado Pedro. E assim, dois anos depois, os destinos ibéricos voltam a cruzar-se num grande palco. Portugal, unido em volta do "Rei" Ronaldo, já conquistador em Espanha, enfrenta o vizinho com o sabor da injustiça ainda a moer no âmago das recordações.

ESPANHA: Casillas, Arbeloa, Piqué, Ramos 31', Alba, Busquets, Alonso, Xavi, Silva (Pedro 65'), Iniesta (Cazorla 84'), Fàbregas (Torres 67').

FRANÇA: Lloris, Réveillère, Rami, Koscielny, Clichy, M'Vila (Giroud 79'), Cabaye 42', Debuchy (Ménez 64', 76'), Malouda (Nasri 65'), Ribéry, Benzema.

Dois anos depois, Portugal e Espanha voltam a encontrar-se
numa grande competição.
ESTATÍSTICA (ESP / FRA):
Posse de Bola (%): 55 / 45
Remates (À Baliza): 9 (5) / 4 (1)
Golos Marcados: 2 / 0
Cantos: 7 / 3
Foras-de-Jogo: 6 / 1
Faltas Cometidas: 6 / 12
Cartões Amarelos: 1 / 2
Cartões Vermelhos: 0 / 0

MELHOR EM CAMPO:

Fonte: uefa.com, henricartoon

A argolada de Luis Arconada

Até 2008 sempre foram depositadas imensas esperanças sobre a selecção espanhola nas grandes competições, mas na hora da verdade sempre tiveram grandes dificuldades em convencer. Antes das gloriosas campanhas de Espanha que culminaram com a conquista do título europeu, em 2008, e do título mundial, em 2010, o país vizinho apenas tinha ganho um torneio continental, disputado em casa, no longínquo ano de 1964.
FINAL EURO'1984. Arconada e o falhanço que ficou para a história.
A vez em que estiveram mais perto de quebrar o jejum foi em 1984, vinte anos depois da primeira conquista. A Espanha atingiu a final do Europeu desse ano, onde iria jogar com a selecção anfitriã, a França, capitaneada por Michel Platini.

Na baliza dos espanhóis estava o conceituado Luis Arconada, guarda-redes que cumpriu toda a carreira ao serviço da Real Sociedad, desde 1972 a 1989. Nessa época, a formação basca era das equipas mais temidas da liga espanhola, atingindo o seu ponto mais alto em 1980/81 e 1981/82, temporadas em que conquistou o campeonato.

No EURO'1984, Luis Arconada foi um dos pilares espanhóis na caminhada até à final do Parque dos Príncipes, mas o jogo decisivo ficaria marcado pelo azar. Naquele que era o primeiro encontro oficial entre França e Espanha, aos 57 minutos, com o jogo empatado a zero, é assinalada uma falta perto da área comandada pelo guarda-redes nascido em San Sebastián. O maestro dos coqs na época, obviamente falamos de Platini, assumiu a responsabilidade de apontar o livre frontal à baliza.

Num remate que aparentemente seria de fácil defesa para Arconada, o guardião complicou. Quando ia recolher a bola junto ao corpo, deixou-a escapar para além da linha do golo. Uma "argolada" que colocou os franceses na frente do marcador. Bellone fecharia a contagem em 2-0, já perto do apito final. Foi a primeira vez que os bleus conquistavam um grande torneio, já a Roja ainda teria de esperar longos anos para quebrar o jejum de títulos.

 
EURO'1984 - Final
FRANÇA 2 x 0 ESPANHA
Parque dos Príncipes, Paris, 27 de Junho de 1984
Árbitro: Vojtech Christov (CHE)

FRANÇA: Bats, Domergue, Bossis, Battiston (Amoros 73'), Le Roux, Fernández, Platini, Giresse, Tigana, Bellone e Lacombe (Genghini 80')

ESPANHA: Arconada, Urquiaga, Camacho, García (Roberto 85'), Alberto (Señor 77'), Muñoz, Gallego, Francisco, Santillana, Carrasco e Sarabia.

GOLOS: Platini 57' e Bellone 90'

Passados 24 anos, em homenagem a Arconada, no momento de conquista do EURO'2008 o guarda-redes suplente espanhol Andrés Palop envergou uma camisola igual à que o antigo guardião havia utilizado na final de Paris. A diferença é que desta vez a Espanha não deixou fugir o troféu Henri Delaunay por entre as mãos.
 FINAL EURO'2008. Palop, o primeiro da esquerda, não se esqueceu
do malogrado Arconada no momento da conquista do Europeu.

Rankings Liga Bora Bora 2011/2012: 13.º VFL WOLFSBRUNO

13.º VFL WOLFSBRUNO
Míster Bruno Fernandes
Pontos: 1142
Distância para o líder: 91 Pontos
Média de Pontos: 41,5
Semanas na Promoção: 1 (Jornada 4)
Melhor Pontuação: 66 Pontos (Jornada 23)
Pior Pontuação: 24 Pontos (Jornada 28)
Melhor Posição: 6.º Lugar (Jornada 4)
Pior Posição: 18.º Lugar (Jornada 12
Melhor da Jornada: -
Pior da Jornada: (Jornadas 7 e 9)
Vencedor Mensal: -
Taça Tahiti: Playoff
Posição Liga Record: 17429.º


Análise: Na sua época de estreia no universo tahitiano, VfL WolfsBruno não conseguiu alcançar os objectivos a que se propôs no início da temporada. A sua meta primordial era a subida de divisão, se ascendesse à Liga Tahiti tinha prometido que iria à Madeira conhecer todos os tahitianos, um a um. A meio da época viu que a promoção estava complicada, então traçou como novo objectivo um lugar entre os 12 primeiros, voltou a falhar. Foi por pouco. NOTA: 3/5.

HISTORIAL:
Épocas: 1
Melhor Posição Final na Liga Tahiti: 13.º Lugar (2011/12)
Melhor Prestação na Taça Tahiti: Playoff (2011/12)

WRC (Nova Zelândia): Loeb intratável, Araújo com problemas


A Citroën continua a tomar conta do Rally da Nova Zelândia, sétima prova do Mundial de Ralis, colocando o francês Sébastien Loeb e o finlandês Mikko Hirvonen no topo da classificação, ao fim do segundo dia de prova. Na terceira posição encontra-se Petter Solberg (Ford), que subiu ao derradeiro lugar do pódio por troca com Evgeny Novikov (M-Sport), ficando a cerca de minuto e meio dos pilotos da marca francesa.
Petter Solberg imprimiu um andamento forte e entrou no pódio da prova.
Nas posições seguintes seguem Ott Tänak (M-Sport) e Thierry Neuville (Qatar WRT), na frente do Mini de Dani Sordo e de Jari-Matti Latvala (Ford), este último que continua à procura de recuperar posições depois dos problemas no primeiro dia de prova.

O português Armindo Araújo terminou a segunda etapa no nono posto e dentro do objectivo para este rali, voltar a terminar entre as posições pontuáveis. A prestação do português foi, no entanto, prejudicada por alguns problemas mecânicos no seu Mini John Cooper. Para o terceiro e último dia de prova estão reservados mais 63,39 quilómetros cronometrados, divididos por sete especiais.

CLASSIFICAÇÃO APÓS SS15 (TOP 10):
1.º Sébastien Loeb / Daniel Elena (Citroën DS3), 3:27.51,9 horas
2.º Mikko Hirvonen / Jarmo Lehtinen (Citroën DS3), +6,4 segundos
3.º Petter Solberg / Chris Patterson (Ford Fiesta RS), +1.33,3 minutos
4.º Evgeny Novikov / Denis Giraudet (Ford Fiesta RS), +2.02,5
5.º Ott Tänak / Kuldar Sikk (Ford Fiesta RS), +2.23,8
6.º Thierry Neuville / Nicolas Gilsoul (Citroën DS3), +2.47,2
7.º Daniel Sordo / Carlos Del Barrio (Mini John Cooper Works), +3.05,9
8.º Jari-Matti Latvala / Miikka Anttila (Ford Fiesta RS), +4.58,0
9.º Armindo Araújo / Miguel Ramalho (Mini John Cooper Works), +8.21,1
10.º Ken Block / Alex Gelsomino (Ford Fiesta RS), +9.07,6

sexta-feira, junho 22, 2012

EURO'2012 (Quartos-de-Final): Gregos atropelados pelo poderio germânico


(Lahm 39', Khedira 61', Klose 68', Reus 74'; Samaras 55', Salpingidis 89' p)

A Alemanha venceu a Grécia de Fernando Santos e está nas meias-finais do Campeonato da Europa. Triunfo justo de um equipa alemã que dominou por completo o encontro disputado em Gdansk, perante uns gregos que raramente conseguiram ombrear com o poderio germânico. A "mannschaft" aguarda agora pela Inglaterra ou Itália nas "meias" do EURO'2012.

Na noite em que os alemães regressaram à cidade onde começaram a II Guerra Mundial, não perderam tempo para colocar em sentido os "soldados" gregos. Mesmo com três alterações no onze, todas na "troika" de ataque, só deu Alemanha na primeira parte e o único golo foi um gesto de simpatia alemã para uma Grécia que praticamente só defendeu.

A "mannschaft" criou várias ocasiões de golo, com destaque para a de Klose, aos quatro minutos, ou o remate forte de Reus directamente para fora, aos 25 minutos. Eram sucessivos avisos da Alemanha para o acto formal, que acabou por surgir aos 39 minutos por intermédio do capitão Philipp Lahm, colocando um sentimento de justiça no marcador.
A "mannschaft" não deu grandes hipóteses ao conjunto de Fernando Santos. 
Até ao descanso a resistência grega foi a nota de destaque e nem o golo fez Fernando Santos desmontar a estratégia. Na segunda parte, porém, o português assumiu o risco e mexeu no xadrez helénico com uma dupla substituição. A Grécia continuava amarrada às regras alemãs, mas acabou por fazer o golo. Salpingidis lançou um contra-ataque rápido e depois cruzou para Samaras, que à ponta-de-lança desviou para o fundo da baliza de Neuer. Estava feito o empate e era a surpresa em Gdansk.

Mas a festa grega durou pouco. Aos 61 minutos a Alemanha voltou à liderança por Sami Khedira, que sem marcação rematou de primeira para fazer o 2-1. A Grécia ainda tentou voltar a surpreender, mas foi a Alemanha que voltou a marcar, sete minutos depois. Livre de Özil, saída intempestiva de Sifakis dos postes - a lembrar Ricardo - e Klose, sorrateiro, a aproveitar da melhor maneira.

Os gregos estavam perdidos e os alemães dilataram a vantagem, aos 74', através de Reus. O melhor que a Grécia conseguiu foi reduzir através da marca dos 11 metros. Dimitris Salpingidis marcou o segundo golo grego, insuficiente para disfarçar a evidente supremacia alemã.

ALEMANHA: Neuer, Boateng, Hummels, Badstuber, Lahm, Khedira, Schweinsteiger, Özil, Reus (Götze 80'), Schürrle (Müller 67'), Klose (Gomez 80').

GRÉCIA: Sifakis, Torossidis, Papastathopoulos 75', K. Papadopoulos, Tzavellas (Fotakis 46'), Maniatis, Makos (Liberopoulos 72'), Katsouranis, Ninis (Gekas 46'), Samaras 14', Salpingidis.

O jogo entre alemães e gregos ultrapassou a esfera desportiva.
A instabilidade política e económica que a Europa vive
actualmente também esteve presente nesta partida.
ESTATÍSTICA (ALE / GRE):
Posse de Bola (%): 66 / 34
Remates (À Baliza): 24 (14) / 9 (5)
Golos Marcados: 4 / 2
Cantos: 10 / 1
Foras-de-Jogo: 5 / 2
Faltas Cometidas: 9 / 10
Cartões Amarelos: 0 / 2
Cartões Vermelhos: 0 / 0

MELHOR EM CAMPO:
Mesut Özil (ALE)

Fonte: uefa.com

And now for something completely different!

E agora algo complemente diferente...
MONTY PYTHON. Eric Idle, Graham Chapman, Michael Palin,
John Cleese, Terry Jones e Terry Gilliam.
Os Monty Python são considerados os pais da comédia moderna, a sua estreia na televisão ocorreu em 1969 e desde então, maioritariamente, tudo o que tem sido feito no ramo da comédia non-sense é em muito inspirada nos seis britânicos que criaram a série Flying Circus (1969-1974), ou filmes como Life of Brian (1975) ou The Meaning of Life (1983).

Em pleno EURO'2012, eis que surge um Alemanha vs. Grécia nos quartos-de-final, e é neste contexto que surge este post. Um dos sketches mais populares dos Monty Python retrata um duelo de futebol entre estas mesmas nações, mas em vez de futebolistas surgem... filósofos. A única excepção mesmo será Beckenbauer, mas o kaiser alemão tinha categoria mais que suficiente para alinhar numa formação onde constavam nomes como Nietzsche, Kant ou Marx. Neste encontro épico os gregos vencem por 1-0, com um golo da autoria de Sócrates, numa jogada pensada por Arquimedes. Eureka! É só um aperitivo para o jogo de  logo.

ALEMANHA: Leibniz, Kant, Hegel, Schopenhauer, Schelling, Beckenbauer, Jaspers, Schlegel, Wittgenstein, Nietzsche e Heidegger.

GRÉCIA: Platão, Epicteto, Aristóteles, Sófocles, Empédocles de Agrigento, Plotino, Epicuro, Heráclito, Demócrito, Sócrates e Arquimedes.



Continuações de bom EURO.

WRC (Nova Zelândia): Citroën arrasa concorrência


O piloto francês Sébastien Loeb (Citroën) lidera o Rali da Nova Zelândia, sétima prova do Campeonato do Mundo de ralis, enquanto o português Armindo Araújo (Mini) é oitavo. Nesta primeira etapa, Loeb, octocampeão Mundial e líder do campeonato, cumpriu as oito especiais de classificação em 2:07.35,0 horas, menos quatro segundos do que o finlandês Mikko Hirvonen, seu companheiro de equipa.

Mais uma vez, a equipa oficial da Ford não tem conseguido contrariar a superioridade da marca francesa e os seus dois pilotos, o norueguês Petter Solberg e o finlandês Jari-Matti Latvala, estão já muito longe para discutir a vitória.
Loeb já é líder e acelera para a quinta vitória nesta temporada.
Solberg ocupa presentemente o quarto posto da geral, com um atraso de 1.39,3 minutos para Loeb e de 8,3 segundos para o russo Evgeny Novikov (M-Sport), terceiro classificado, enquanto Latvala perdeu mais de cinco minutos ao sair de estrada na sétima especial, quedando-se pelo nono posto da geral.

Armindo Araújo, que partiu para este rali com o propósito de terminar a prova nos lugares pontuáveis, levou o seu Mini John Cooper Works ao oitavo lugar, a 4.36,9 minutos do líder, estando a 2.02,6 minutos do oitavo, o espanhol Dani Sordo, igualmente em Mini John Cooper.

CLASSIFICAÇÃO APÓS SS8 (TOP 10):
1.º Sébastien Loeb / Daniel Elena (Citroën DS3), 2:07.35,0 horas
2.º Mikko Hirvonen / Jarmo Lehtinen (Citroën DS3), +4,0 segundos
3.º Evgeny Novikov / Denis Giraudet (Ford Fiesta RS), +1.31,0 minutos
4.º Petter Solberg / Chris Patterson (Ford Fiesta RS), +1.39,3
5.º Ott Tänak / Kuldar Sikk (Ford Fiesta RS), +1.47,0 
6.º Thierry Neuville / Nicolas Gilsoul (Citroën DS3), +2.18,0
7.º Daniel Sordo / Carlos Del Barrio (Mini John Cooper Works), +2.34,3
8.º Armindo Araújo / Miguel Ramalho (Mini John Cooper Works), +4.36,9
9.º Jari-Matti Latvala / Miikka Anttila (Ford Fiesta RS), +4.56,1
10.º Ken Block / Alex Gelsomino (Ford Fiesta RS), +6.25,3

quinta-feira, junho 21, 2012

EURO'2012 (Quartos-de-Final): Capitão quebra resistência checa


(Ronaldo 79')

Portugal está nas meias-finais do EURO'2012. Cristiano Ronaldo voltou a decidir, desta vez com um cabeceamento exemplar. Aos 79 minutos, o capitão bateu Petr Cech e carimbou o passaporte da selecção portuguesa para as meias-finais do Europeu, dando justiça a um jogo em que só deu Portugal. Venham agora os espanhóis ou os franceses!

A responsabilidade do encontro a eliminar pesava nos ombros dos jogadores de ambas as selecções. Era preciso paciência e os comandados de Paulo Bento souberam tê-la. Portugal conseguiu ter mais posse de bola e por intermédio de Cristiano Ronaldo tentou inaugurar o marcador, apesar do primeiro remate, bem defendido por Petr Cech, ter sido da autoria de João Moutinho, apenas aos dez minutos de jogo.
O jogo entre lusos e checos foi pautado pela imensa luta.
A Rep. Checa, por sua vez, preocupou-se em impedir que Portugal conseguisse impor o seu futebol. A tarefa, sem dúvida, foi bem-sucedida mas do ponto de vista ofensivo os checos quase não existiram e, apesar do equilíbrio, foram os portugueses os mais perigosos. Foi dos pés de Cristiano Ronaldo que surgiu a grande ocasião de golo na primeira parte. Aos 45 minutos, já depois de Hugo Almeida substituir o lesionado Postiga, o capitão da selecção portuguesa dominou a bola de peito, amorteceu com o pé direito e rematou ao poste da baliza de Petr Cech.

Ao contrário do que aconteceu na primeira parte, Portugal entrou na etapa complementar a trocar a bola com qualidade e velocidade. A selecção lusa entrou bem e Hugo Almeida, logo na primeira jogada, deu conta da intenção portuguesa em chegar ao golo. Ficou o primeiro aviso, num lance em que o cabeceamento do ponta-de-lança saiu por cima.

O segundo surgiu dos pés de Ronaldo, que voltou a ter pontaria a mais e acertou novamente no poste da baliza defendida por Cech, guarda-redes que viria a ser fundamental na permanência do 0-0 com boas intervenções. Portugal estava claramente por cima no jogo. Era a única equipa que atacava e a Rep. Checa tentava abrandar o ritmo de jogo. Apenas e só!
O capitão português marcou o terceiro golo na competição.
Ainda assim, a selecção das quinas não permitiu que tal acontecesse e, na sequência de uma boa jogada de entendimento com Raul Meireles, Nani esteve muito perto do golo. Valeu aos checos o pé salvador de Kadlec, que desviou a bola do caminho da baliza. Sem qualquer ponta de patriotismo, Portugal já merecia o golo. A justiça tardava em ser feita mas chegou pela cabeça de Cristiano Ronaldo. O capitão, que tantos criticaram, marcou pela terceira vez em dois jogos e colocou Portugal nas meias-finais, após excelente cruzamento de João Moutinho. Agora, tal como em 2000, resta a Portugal esperar por Espanha ou França nas meias-finais.

REP. CHECA: Cech, Selassie, Sivok, Kadlec, Limberský 90', Hübschman (Pekhart 86'), Plasil, Darida (Rezek 61'), Jirácek, Pilar, Baros.

PORTUGAL: Patrício, Pereira, Pepe, Alves, Coentrão, Veloso 27', Meireles (Rolando 88'), Moutinho, Nani 26' (Custódio 84'), Ronaldo, Postiga (Almeida 40').

Há quem diga que Portugal deu um banho de bola aos checos.
ESTATÍSTICA (RCH / POR):
Posse de Bola (%): 44 / 56
Remates (À Baliza): 2 (0) / 22 (5)
Golos Marcados: 0 / 1
Cantos: 6 / 11
Foras-de-Jogo: 1 / 3
Faltas Cometidas: 13 / 7
Cartões Amarelos: 1 / 2
Cartões Vermelhos: 0 / 0

MELHOR EM CAMPO:
Cristiano Ronaldo (POR)

Fonte: uefa.com, Henricartoon

Chapéus há muitos...

Parece que foi ontem, mas não. Já passaram 16 anos desde o mítico golo de Karel Poborský a Vítor Baía, no jogo que opôs Portugal à República Checa, precisamente nos quartos-de-final do EURO'1996. Tal como agora, no Europeu de Inglaterra a equipa lusa era favorita frente aos checos. Mas num jogo onde a formação lusa foi melhor, pecando imenso na finalização, o génio do médio checo - que mais tarde alinharia no Benfica - veio ao de cima ao apontar um golo que carimbou a vitória dos homens da formação do centro-europeu.

Aos 53 minutos, Karel Poborský corre para a baliza portuguesa, com alguma sorte à mistura ganha um ressalto frente a Oceano e passa facilmente sobre Fernando Couto. Na baliza vê um Vítor Baía adiantado e perante a oposição de Hélder o checo remata da única forma possível para o golo. Um chapéu que ficará para sempre marcado nos anais da história do futebol internacional.

Nesse Europeu a República Checa chegaria à final onde acabaria por cair frente à Alemanha de Kopke, Sammer, Klinsmann e... Bierhoff, depois de vencer a França nas meias-finais no desempate por grandes penalidades. Esperemos que a história não se repita hoje, 16 anos depois de um chapéu de outro mundo...

 

EURO'1996 - Quartos-de-Final
PORTUGAL 0 X 1 REPÚBLICA CHECA
Estádio Villa Park, Birmingham, 23 de Junho de 1996
Árbitro: Helmut Krug (ALE)

PORTUGAL: Vítor Baía, Secretário, Fernando Couto, Hélder, Dimas, Oceano (Folha 64'), Paulo Sousa, Rui Costa, João Vieira Pinto, Luís Figo (Cadete 82') e Sá Pinto (Domingos 46').

REP. CHECA: Kouba, Suchopárek, Kadlec, Nemecek (Kubik 84'), Bejbl, Hornák, Látal, Nemec, Poborský, Smicer (Berger 90') e Kuka.

DISCIPLINA: Hélder 10', Sá Pinto 40', Secretário 59', João Vieira Pinto 90'; Suchopárek 1', Smicer 23', Bejbl 53', Kuka 69' e Látal 82'.

GOLOS: Poborský 53'.

WRC: Brother Rally New Zealand (Intro)


7.ª Ronda - 22 a 24 de Junho:
  • Categorias: WRC, SWRC, PWRC
  • Região: Auckland
  • Superfície: Gravilha (com algumas secções de asfalto)
  • Último Vencedor: Jari-Matti Latvala (2010)
As arrebatadoras estradas neozelandesas e o cenário exuberante, será muito familiar para quem viu "O Senhor dos Anéis", totalmente filmado em localizações na Nova Zelândia. Há uma atmosfera mágica por todo o país e o retorno da prova ao calendário do Campeonato Mundial em 2012, após ausência de um ano, é encarado de forma positiva pelos pilotos.
Os homens da Ford tentam encurtar distâncias para o líder do campeonato.
O Rally da Nova Zelândia é a prova mais antiga do hemisfério sul, tendo sido incluído pela primeira vez no WRC em 1977. Como é usual, o rally deste ano será novamente sediado em Auckland, o lar de cerca de um terço da população da Nova Zelândia. Os troços são rápidos e suaves entre vales espectaculares, existindo também secções de asfalto em algumas classificativas.

Os pilotos também podem ter que enfrentar condições meteorológicas adversas, factor determinante a ter em conta, uma vez que o inverno está aí à porta em pleno oceano Pacífico. Outro ponto fulcral na Nova Zelândia será a definição dos lugares de partida para as etapas, visto que o primeiro carro na estrada tradicionalmente sofre para "varrer" o cascalho solto.
Sébastien Loeb segue em busca da terceira vitória na Nova Zelândia.
Vencedor de quatro provas nesta temporada, Loeb (Citroën) volta a assumir favoritismo para a etapa na Nova Zelândia e a maior oposição deve vir de Jari-Matti Latvala (Ford), último vencedor em solo neozelandês. A prova, que tem uma diferença de mais 11 horas em relação a Lisboa, arrancou hoje com a Etapa de Qualificação em Helensville, e prolonga-se até domingo, num total de 22 troços de classificação.

Fonte: wrc.com

quarta-feira, junho 20, 2012

EURO'2012 (Fase a Eliminar): Calendário


QUARTOS-DE-FINAL:

PortugalRep. ChecaQF 1 - 21 de Junho
REP. CHECA x PORTUGAL
(Estádio Nacional de Varsóvia, às 19H45)

No EURO'2008, Portugal bateu os checos por 3-1,
com Cristiano Ronaldo em evidência. Esperemos que
o capitão luso repita a exibição.
República Checa
FASE DE GRUPOS (GRUPO A):
Jornada 1 vs. Rússia (1 x 4)
Jornada 2 vs. Grécia (2 x 1)
Jornada 3 vs. Polónia (1 x 0)

Portugal
FASE DE GRUPOS (GRUPO B):
Jornada 1 vs. Alemanha (0 x 1)
Jornada 2 vs. Dinamarca (3 x 2)
Jornada 3 vs. Holanda (2 x 1)

ENCONTROS ANTERIORES (EUROPEUS):
Checoslováquia 5 x 0 PORTUGAL (Praga, 30/04/1975 - Fase de Qualificação EURO'1976)
(Bicovský 11', 22', Nehoda 25', 46', Petras 52')
PORTUGAL 1 x 1 Checoslováquia (Porto, 12/11/1975 - Fase de Qualificação EURO'1976)
(Nené 7'; Ondrus 6')
Rep. Checa 1 x 0 PORTUGAL (Birmingham, 23/06/1996 - Quartos-de-Final EURO'1996)
(Poborský 53')
Rep. Checa 1 x 3 PORTUGAL (Genebra, 11/06/2008 - Fase de Grupos EURO'2008)
(Sionko 17'; Deco 8', Ronaldo 63', Quaresma 90'+1)


GréciaAlemanhaQF 2 - 22 de Junho
ALEMANHA x GRÉCIA
(Estádio Arena Gdansk, às 19H45)

ENCONTROS ANTERIORES (EUROPEUS):
Grécia 2 x 2 Alemanha (Atenas, 20/11/1974 - Fase de Qualificação EURO'1976)
(Delikaris 12', Eleftherakis 70'; Cullmann 51', Wimmer 82')
Alemanha 1 x 1 Grécia (Düsseldorf, 11/10/1975 - Fase de Qualificação EURO'1976)
(Heynckes 67'; Delikaris 79')
Grécia 0 x 0 Alemanha (Atenas, 17/06/1980 - Fase de Grupos EURO'1980)

EspanhaFrançaQF 3 - 23 de Junho
ESPANHA x FRANÇA
(Estádio Donbass Arena, às 19H45)

ENCONTROS ANTERIORES (EUROPEUS):
França 2 x 0 Espanha (Paris, 27/06/1984 - Final EURO'1984)
(Platini 57', Bellone 90')
França 3 x 1 Espanha (Paris, 20/02/1991 - Fase de Qualificação EURO'1992)
(Sauzée 14', Papin 58', Blanc 76'; Bakero 10')
Espanha 1 x 2 França (Sevilha, 12/10/1991 - Fase de Qualificação EURO'1992)
(Abelardo 33'; Fernández 12', Papin 15')
França 1 x 1 Espanha (Leeds, 15/06/1996 - Fase de Grupos EURO'1996)
(Djorkaeff 48'; Caminero 85')
Espanha 1 x 2 França (Bruges, 25/06/2000 - Quartos-de-Final EURO'2000)
(Mendieta 38' p; Zidane 32', Djorkaeff 44')

InglaterraItáliaQF 4 - 24 de Junho
INGLATERRA x ITÁLIA
(Estádio Olímpico de Kiev, às 19H45)

ENCONTROS ANTERIORES (EUROPEUS):
Inglaterra 0 x 1 Itália (Turim, 15/06/1980 - Fase de Grupos EURO'1980)
(Tardelli 79')

MEIAS-FINAIS:
MF 1 (27 JUN) - VENCEDOR QF 1 x VENCEDOR QF 3
(Estádio Donbass Arena, às 19H45)
MF 2 (28 JUN) - VENCEDOR QF 2 x VENCEDOR QF 4
(Estádio Nacional de Varsóvia, às 19H45)

FINAL - 1 de Julho:
VENCEDOR MF 1 x VENCEDOR MF 2
(Estádio Olímpico de Kiev, às 19H45)